quarta-feira, 23 de junho de 2010

Email Recebido: Não é muito fofa? Ela quase foi freira...e foi quase doutora , e é quase norma benguel..............





A POSE (CHARUTÃO CUBANO NA BOCA) É COPIADA DO MESTRE/LÍDER/ÍDOLO, Fidel Castro, aquele mesmo genocida, daquela triste ilhazinha do Caribe.

Olha que mulher meiga, gentil, fofa, educada.
Ela está descansando! Não assustem a "Wanda"!

Essa mulher quer ser sua presidente....

Vai encarar e viver sob suas botas?

Você decide...

Quem é ela?

O pai dela - Pétar Russév (mudado para Pedro Roussef) -, filiado ao Partido Comunista búlgaro, deixou um
filho (Luben) lá na Bulgária e veio dar com os costados em Salvador, depois Buenos Aires e,ao fim, fez
negócios em São Paulo.

Encantou-se com a professorinha de 20 aninhos, Dilma Jane da Silva (rica, filha de fazendeiro),e com ela casou e viveu em Belo Horizonte, tendo três filhos: Igor, Dilma - a guerrilheira - e Lúcia.

Igor morreu em 1977.
Família classe A, com casa enorme, 3 empregadas e refeições servidas à francesa, com guarnições e talheres
específicos. Tinham piano e professora particular de francês.

Dilma entrou primeiro numa escola de freiras - Colégio Sion - e, depois, no renomado Estadual Central.

Nas férias, iam de avião para Guarapari/ES e ficavam no Hotel Cassino Radium.

Dilma, ainda jovem, entrou para o POLOP - Política Operária - e depois mudou-se para o COLINA -
Comando de Libertação Nacional.

Casou-se com Cláudio Galeno Linhares, especialista em fazer bombas com os pós e líquidos da farmácia
de manipulação do seu pai.

Sua primeira aula de marxismo foi-lhe dada por Apolo Heringer e, pouco depois, estava em suas mãos o livro:
"Revolução na Revolução", de Régis Debray, francês que mudou-se para Cuba e ficou amigo do Fidel e mais tarde, acompanhando Guevara, foi presa na Bolívia.

Aos 21 anos, Dilma partiu para o RJ a fim de se esconder dos militares, após o frustrado assalto ao Banco da
Lavoura de Sabará. No Rio, ainda casada, apaixonou-se por Carlos Franklin Paixão de Araújo,o chefe da
dissidência do Partidão; então, chegou, de chofer, e disse para o marido: "Estou com o Carlos!".

Carlos vivia antes com a geógrafa Vânia Arantes e, sedutor, já havia tido outras sete mulheres,aos 31 de idade.
Com ele, Dilma participou da fusão COLINA/VPR (esta do Lamarca), que deu origem, em Mongaguá, à
Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares, cujo estatuto dizia:

Art.1º - A Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares é uma organização político-militar de caráter partidário,
marxista-leninista, que se propõe a cumprir todas as tarefas da guerra revolucionária e da construção do Partido
da Classe Operária, com o objetivo de tomar o poder e construir o socialismo Foi em Mongaguá, litoral paulista,
que se traçou o plano da "Grande Ação", que se deu em 18 de julho de 1969, com o assalto e roubo do cofre da
casa da amante do Ademar de Barros, em Santa Teresa/RJ, que rendeu-lhes 2,5 milhões de dólares, cofre aberto
em Porto Alegre, a maçarico, pelo metalúrgico Delci.

Mas a organização se dividiu entre "basistas" - que defendiam o trabalho das "massas"e junto às "bases", e os
"militaristas", que priorizavam a imediata e constante luta armada comunista.

A disputa pelo butim dolarizado foi ferrenha! Dilma era chamada de "Joana D'Arc da subversão".
Então foi para São Paulo onde dividia um quarto com Maria Celeste Martins, hoje sua assessora imediata no
Planalto.

Dedurada por José Olavo Leite Ribeiro - mantinha com ela três contatos semanais.
Depois de vários ataques, foi presa, armada, em um bar da Rua Augusta,juntamente c om Antônio de Pádua
Perosa; depois, entregou à polícia seu amigo Natael Custódio Barbosa.

Enquanto isso, o Carlos Araújo teve um romance tórrido com a atriz Bete Mendes, da TV Globo.

Dilma saiu do presídio em 1973 e foi para Porto Alegre, reatar com o Carlos infiel. Mas hoje, Carlos Araújo
mora sozinho com dois vira-latas (Amarelo e Negrão), numa casinha às margens da lagoa do Guaíba, em
Porto Alegre.
Ele tem enfisema pulmonar e está com 71 anos.
Diz que é feliz, mesmo com a ex-esposa como Ministra e candidata do vivo e sagaz apedeuta fronteiriço à
Presidência.

Eis aí uma "síntese / sintética / resumida" da vida da Dilma Roussef que, logo....logo...será apresentada pelo
Lulla como a pessoa ideal para governar o país.

E, em se tratando deste povo brasileiro (batuque, bola, bolsa-família e bunda), tudo pode se esperar, infelizmente.


NÃO BASTA, NÃO VOTAR NELA:
É PRECISO QUE VOCE DIVULGUE QUEM É ELA, PARA QUE NENHUM DE TEUS
CONHECIDOS DÊ UM UNICO VOTO A ESTA CANDITADA A PRESIDÊNCIA
DE NOSSO QUERIDO BRASIL...

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Eita vida boa aperriada!



“Êita vida boa aperriada
Êita vida boa aperriada
Êita vida boa aperriada
Com você eu tenho tudo
Sem você não tenho nada “

Começo esse ‘post’ com a primeira estrofe da música “Vida Boa Aperriada” do compositor, poeta e musico paraibano Flávio José, porque é a mais pura verdade. A vida nos prega peças que devemos saber despregar, desviar, resolver, magoamos pessoas importantes, nos magoamos e deixamos a vida complicada demais para continuar do jeito que está. Ou mudamos ou a vida vai ficando ainda mais ‘aperriada’.

A pior coisa do mundo é agir sem pensar, principalmente sobre efeito de misturas alcoólicas, mas não vamos entrar em detalhes para não magoarmos ainda mais pessoas que não merecem sofrer, pessoas únicas, alias, em especial pessoa única responsável direta pela minha reabilitação como profissional e como homem, pois no caminho que estava iria permanecer um eterno menino sem qualquer responsabilidade com a vida.

Não devo minha vida a ela, devo uma grande parte da minha felicidade a ela, errei, todo mundo está sujeito ao erro, afinal, “errar é humano” e olhe que sempre pensei que não era humano, era um ET. Sou humano sim, erro, mas como homem aprendo com meus erros para não mais os cometê-los, ao tempo em que fui agressor fui vítima também, vítima de um jogo de intrigas imposto por uma pessoa que não tinha nada a perder e estava disposta a tudo para me destruir, uma pessoa louca, mas que espero que encontre a felicidade, afinal, isso é falta de amor, quem não sabe o prazer do amor não quer que ninguém o experimente, o sinta, o viva.

Essa história que só se dá valor ao amor quando se perde não é totalmente verdadeira, você só sente a necessidade da conquista quando perde, se ainda existir a possibilidade de lutar, lute, mas só se valer a pena, só que você acreditar que seu amor e o da outra pessoa se completam, se for para continuar sofrendo, seja sincero, se afaste, dê a quem você ama a oportunidade de ser feliz, já que você também quer ser feliz. Felicidade é um sentimento momentâneo de quando estamos vivendo um momento de paz, harmonia, prazer, alegria.

Engraçado eu falar em harmonia, pois sempre disse que a harmonia regia minha vida, quando essa harmonia fora atingida e ficou desequilibrada eu cai, mas sou forte o bastante para limpar minhas burradas e seguir em frente, mostrando que, como disse ali em cima, errar é humano.
Agora vamos pegar outro gancho em outra música, essa, particularmente adoro de paixão, não porque parece comigo, mas nessa situação parece um pouco, mas porque é de uma banda carioca que estou gostando muito, MOPTOP.

Música: Contramão

Tentou frear, faltou coragem agora é tarde pra voltar
Tentou fingir, é bobagem, só uma fase, vai passar
O que fazer se a contramão te persegue, te enlouquesse
Provoca, te entorpece de tesão, de estupidez
Como ajudar, se a contramão, se o afago do pecado
Te deixa despojado de razão, de lucidez
Me pede pra ficar
Me pede pra cuidar de você
Me pede pra ficar
Pra ficar com você
Como é que é, ser encontrado, jogado, desmaiado

O orgulho dilacerado, espalhado pelo chão
Alguns trechos da música parecem o que estou pensando agora, o que estou vivendo agora, estou precisando de paz, de tranqüilidade para reequilibrar minha vida naquela harmonia que sempre me guiou e colocar os pingos nos “is” para que minha vida engrene na proporção que acredito merecer.

Sabem o que é mais difícil do que CONQUISTAR?

RECONQUISTAR

Reconquistar é apagar tudo de errado que você fez e fazer tudo de bom de uma forma ainda mais intensa e inesquecível. Reconquistar é mostrar seu valor, quem você é de fato, o que você para sua vida...

Agora esse blog vai ‘bombar' mas não com ‘post’s’ bombásticos ou sentimentais, com ideais de vida, com posicionamentos de profissionais, com gente que mostrar quem é nossa gente, o Simbora Paraíba vai voltar a ser o que ele está disposto a ser.

Beijo para quem for de beijo e abraço para quem for de abraço e a quem lhes for da família!

Aqui é Alberto Pagels seu amigo blogueiro

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Vaaaaaaaaai brincar com fogo!




Depois do fiasco do BOTAFOGO contra o Vasco “réi” esse final de semana, nada como um acontecimento inflamado de um domingo a noite.

Garrafa de Álcool = R$ 1,69
Caixa de Fósforos = R$ 0,50
Carteira de Cigarro Free Box = R$ 3,00
Levar o golpe de uma puta dizendo que é menor = Não tem preço


Galera, a noite de ontem foi bem inusitada, fora o fato do “Call Of Duty” ter voltado na Acesso.com, fomos resolver uma suspeita de arrombamento na empresa, mas era alarme falso, culpa do famigerado Ligeirinho, uma catita de estimação que habita as mais escuras e úmidas locas da empresa.

Depois te um retorno eletrizante do “Call of Duty” na Lan House, fomos para o Bar do Gostosinho comer aquele Filé a Parmegiana para 3 pessoas por apenas R$ 19,99, pense num filé massa (deu até fome), mas voltando, no momento em que o prato chegou a mesa trazido pelo ilustre chefe dos garçons Hel Chapéu, recebi uma ligação informando o possível assalto à empresa, entramos no carro de Allan, como verdadeiros homens da Lei, e nos dirigimos ao local. Ainda paramos para pedir ajuda a uma viatura da polícia militar, mas os mesmos estavam esperando um Coronel descer, sendo assim, não poderiam ajudar meros cidadãos que são responsáveis diretos pelo pagamento do seu salário.
Mas tudo bem, fomos para o escritório, entramos de peito aberto, Waldeck foi logo pulando o muro e na verdade era mais uma peripécia do famoso Ligeirinho o rato mais rápido da Paraíba, uma catita cinza que sobe pelo fio da rede interna da empresa e passa na frente do sensor sempre que se sente só, afinal, aquela empresa a noite é muito solitária.

Após essa ação frustrada do “Esquadrão Classe A” voltamos ao Bar do Gostosinho que fica localizado em Tambaú próximo ao Geo Vestibular, para degustar da oitava maravilha gastronômica do mundo, o Filé do Gostosinho, nos deparamos com uma cena ainda mais excepcional um cara no melhor estilo “Bad Boy” aos berros com uma menina de rua ao melhor estilo “Piriguete” na frente do estabelecimento. O garotão tinha sido vítima do velho golpe do “Sou de Menor” golpe aplicado por marginais menores de idade que aproveitam-se das Leis antigas e falhas do nosso país, para extorquir dinheiro dos cidadãos de bem ou de mal, tanto faz.

História do Bad Boy

Um gaúcho com aproximadamente 25 anos, 1,70m e uns 80 kg, cabelos pretos, piercing na sobrancelha esquerda, tatoo na barriga, sem camisa, cabelos pretos, olhos vermelho, “pelo branquinho” (esse final foi sacanagem). Pois bem vinha passando pela frente da Caixa Econômica Federal da Av. Rui Carneiro, em frente a Mcdonalds, quando uma menina de aproximadamente 16 anos o abordou pedindo um cigarro, o menos deu, afinal, todo fumante é solidário ao vicio. A menina então disse: - Agora me dê R$ 5,00 se não digo a PM que você abusou de mim, porque sou de menor!

O cara ficou assustado mas saiu andando como se nada tivesse acontecido, pois bem, então a menina o acompanhou até o bar do Gostosinho e tentou entrar no estabelecimento pedindo para que os funcionários a ajudassem a receber o dinheiro porque o cara tinha saído com ela e não queria pagar e ela é menor.

Assim, vocês não viram a menina, mas posso dizer que ela poderia ser representada pela sigla CRMI (Carbono do Rascunho do Mapa do Inferno) a mulher não era feia não, era um protótipo mal acabado com Lúcifer. Então imaginei o Bad Boy saindo com uma “mi&%¨$&$¨” daquelas. Enquanto o cara tentou ligar para a PM para resolver à desavença a bandida jogou uma garrafa de álcool no gaucho e disse que atearia fogo nele (claro que ela não disse isso, disse: Vô metê fogo in você seu mizera, me dê meu dinheiro).

O cara partiu para cima dela e deu uns bofetes nela até Waldeck intervir e tirar o cara de cima da menina agarrando-o pelo pescoço. Quando o cara se acalmou um pouco a menina tacou álcool novamente e saiu correndo.

Comentário do Redator

Caros amigos (as),

O Código de Defesa da Criança e do Adolescente bem como o pessoal dos Direitos Humanos provavelmente irão me recriminar pelo que vou dizer, mas é a mais pura verdade, uma pessoa que não tem nenhuma perspectiva de vida como essa menina merece morrer. Porque ficar aqui só fazendo o mal e não crescer com isso, porque tem gente que faz o mal mas cresce fazendo o mal e tal, mas fazer o mal só por fazer, só para ganhar mais uns trocados e comprar uma garrafa de álcool, umas pedrinhas de Crick e ficar implantando o terror nos transeuntes de João Pessoa é peso.

O Crack é o câncer da sociedade, barato, extremamente Vicente e nocivo a saúde vem crescendo em números alarmantes no submundo do crime, até mesmo os comerciantes da droga não aceitam que seus comandados usem a mesma devido ao efeito devastador da droga.

Mas não é só a periferia que aderiu a essa moda não, a classe média e universitária da Paraíba, bem como do Brasil está aderindo a essa mania perigosa. As pedras deslumbram a classe média pelas mesmas razões que se espalharam pela periferia, apontam os especialistas. A combinação de preço baixo e efeito arrebatador se converteram na principal motivação para jovens usá-las como substituto à cocaína - ou como etapa seguinte à maconha. Mas há uma moda ainda mais preocupante em cidades como João Pessoa. Cada vez mais consumidores experimentam o mundo ilícito dos entorpecentes pelo “pitico”, um cigarro de cannabis recheado com fragmentos de crack.
Autoridades se inquietam com o avanço porque, entre jovens pobres, as pedras fizeram explodir a violência por qualquer lugar do mundo onde viraram brasa em cachimbos improvisados em latas. O Relatório Mundial de Drogas 2006, divulgado pelo Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime, revela que 32 países reportaram apreensão da substância dois anos atrás.
A força avassaladora da droga se explica pelo seu alto poder de dependência. O usuário sente tanta necessidade de usá-la que, para sustentar o vício, começa a furtar o dinheiro dos pais, passa a estourar o vidro de carros para levar o CD player e acaba em assaltos - que não raramente viram latrocínio.

Pensem, quando era só a maconha era ruim, mas dava pra encarar, afinal, maconheiro não mexe com ninguém, mas a partir do momento em que entra-se em um mundo sem volta como é o mundo do Crack, a coisa muda de figura.
Não usarei a frase mais clichê das campanhas anti-drogas por achá-la de uma abrangência que não caberia no contexto desse “post”. Mas cuidado com as drogas ilícitas, ela podem lhe levar ao óbito, ou mesmo à algo que é ainda pior que a morte, ela lhe levará ao sofrimento daqueles que se preocupam com você, afinal, sua vida é sua, mas fazer da vida dos outros um inferno é SACANAGEM.



PS: A melhor da noite foi o pau cantando e Allan (O mais novo gordinho da turma) agarrado com o Filé do Gostosinho que custa apenas R$ 19,99 para 3 pessoas, deu uma baixa enorme no filé, e não levantou nem a cabeça para saber o que estava acontecendo. GORDO É FODA!


Alberto Pagels
Redator
SIMBORA PARAÍBA

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Vaza 2009 eu quero entrar em 2010 botando pra fuder!




UFA!

Ainda bem que está acabando, esse ano de 2009 foi um dos mais intensos da minha vida. Teve de tudo, momentos de alegria, conhecimento, dor e prazer. Revelações, angustias, sufocamento e prazer. Eita ano complicado.
Não me prenderei a cronologia dos fatos, mas destacarei os mais significativos para não ficar uma leitura chata, sei que a proposta do SIMBORA PARAÍBA não é essa, mas resolvi abrir mais espaço para mim, que sou um paraibano arretado, apaixonado por sua terra que viu a realidade crua do interior do Estado através do PLHIS – Plano Local de Habitação de interesse Social, projeto do Ministério das Cidades, executado pela consultoria CEPAM-PB.
Povo sofrido esse nosso do interior, mas, mesmo assim informado, não só pela televisão que sempre esteve presente, mas pela internet que cada vez mais faz parte do cotidiano desse povo. Quando cheguei no interior vi mais lan houses do que em João Pessoa, vi pessoas que nunca usaram um celular utilizando o MSN e o Orkut.
Vi Senhoras bem idosas e humildes chegarem para nossa equipe depois de um seminário e dizerem com voz firmes: Se esses políticos pensam que vão nos passar a perna estão muito enganados, eu sei da existência dos Conselhos Municipais para o PLHIS e sei que eles tem que presta contas de todo dinheiro que receberam.
Vi uma criancinha com síndrome de DOWN me abrir um sorriso que encheu minha alma de alegria, de vida, de paz. Sorriso que estava acompanhado a uma pose de modelo, e uma concentração linda de se ver. Vi uma senhora idosa escorrer uma lágrima só porque eu coloquei uma cadeira para ela sentar.
Vi pessoas relatarem que dormem em cocheiras junto com os animais, por não terem uma casa para morar, vi mulheres abrirem um sorriso e baterem palmas quando ouvem a Lei que lhes dá a preferência pela moradia digna. Vi homens exaltado quando ouvem que o “homem” troca sua casa por um aparelho de som e um celular. Vi pessoas e pessoas, vi e ainda verei um povo sofrido que tira leite de pedra para sobreviver. Vi excelentes estradas espalhadas pela Paraíba, mas também vi acessos terríveis a cidades esquecidas pelos governos majoritários que só lhes dão valor em época de campanha. Estradas tão terríveis e perigosas que meu carro quase não sobe, fiquei até nervoso, o carro desceu umas duas vezes de ré por não ter forças para subir uma serra de barro totalmente esburacada. Mas subimos, realizamos os seminários e voltamos para casa.
Ainda no âmbito profissional passei por uma das experiências mais enriquecedoras da minha vida, um projeto da educação empreendedora do SEBRAE chamado EMPRETEC, não posso dizer o que aprendi lá, porque é segredo, mas garanto que vale a pena. Conheci pessoas impares e tive acesso a conhecimentos que mudaram minha percepção de vida e negócio.
Finalmente sai da João Pessoa, da Paraíba, do Nordeste...eu, um verdadeiro cidadão do mundo que nunca saí do nordeste, nunca tinha passado mais de 1 hora dentro de um avião, passei 4 indo para Goiás, para fazer o treinamento do WINTHOR programa de automação comercial da PC Sistemas. De acordo com seus clientes: A solução em automação comercial
Em Goiânia passei momentos sozinho e vi o real valor de amigos e família. Fiz novos amigos, ótimos amigos por sinal, uns baianos, outros mineiros e muitos goianos. Pessoas como Valdir Valente, Costa, Lucimar, Kleber, Peu, Cleiton, entre outros, sem contar com uma família que não conhecia que são Monica e Lucas. E a família do meu irmão em Goiania que é o pessoal da casa do Frederico. Outra grande experiência de vida, com a qual aprendi muito.
Tive momentos de crise pessoal e de relacionamento que abalaram todo meu psicológico, foi uma das poucas vezes em que me vi sem chão, sem saber o que fazer isso não é nenhum pouco normal para mim. Mas dei a volta por cima e hoje digo, só existe uma promessa que faço para o ano de 2010, o ano do tigre no horóscopo chinês, o ano da ousadia:

VOU BOTAR PRA FUDER, E QUEM NÃO AGUENTAR, PASSA NO RH E PEDE AS CONTAS

Um pouco agressivo na promessa, mas é a realidade, não vou dizer o que fazer, só sei que vou voltar a ser que deveria ser e não me curvar como vinha fazendo, agora coisa vai ser diferente, e garanto que vai ser bom pra mim, se vai ser bom pro resto eu não sei, mas o que importa esse ano sou eu, o resto que se vire.
Pessoal, depois de momento de ira gostaria de desejar a todos vocês um 2010 infinitamente superior ao ano de 2009, que as lutar sejam árduas para que o doce sabor da vitória seja sentido de todas as formas e que o amargo sabor da derrota seja ludibriado pelo sentimento de que vocês deram tudo o que poderia dar e mais os 30% da reserva de energia do organismo. Não digo para darem socos em ponta de faca, mas podem passam a mão na lamina só para saber se vale a pena ou não arriscar.
Medo todos tem, mas a coragem é a vontade de superar os medos.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Quanto vale a arte para você?




Caros amigos leitores, quanto vale a arte? Uma vez ouvi que a arte não tem preço, mas todos colocamos preço na arte dos outros. Seja uma Monalisa ou um dos quadros de Van Gogh, quanto vale a arte em sua opinião?
Vincent Willem van Gogh
Sua vida foi marcada por fracassos. Ele falhou em todos os aspectos importantes para o seu mundo, em sua época. Foi incapaz de constituir família, custear a própria subsistência ou até mesmo manter contatos sociais. Aos 37 anos, sucumbiu a uma doença mental, suicidando-se.
A sua fama póstuma cresceu especialmente após a exibição de 71 das suas telas em Paris, em 17 de Março de 1901. Somente após a sua morte sua obra foi amplamente reconhecida.
Van Gogh é considerado pioneiro na ligação das tendências impressionistas com as aspirações modernistas, sendo a sua influência reconhecida em variadas frentes da arte do século XX, como por exemplo o expressionismo, o fauvismo e o abstraccionismo.
O Museu Van Gogh em Amsterdã é dedicado aos seus trabalhos e aos dos seus contemporâneos.

Esse ilustre artista só fora reconhecido após sua morte, nunca soube o valor de sua arte. Essa introdução é só para falar em um artista simples, como muitos outros que assumem o estilo de vida Hippie.

Mas o que são os hippies?
Os "hippies" (no singular, hippie) eram parte do que se convencionou chamar movimento de contracultura dos anos 1960 tendo relativa queda de popularidade nos anos 1970 nos EUA, embora o movimento tenha tido muita força em países como o Brasil somente na década de 70. O movimento foi encerrado no Brasil entre os anos de 1982 e 1990, pois o presidente da época não estava aturando o uso excessivo de drogas lícitas e ilícitas, além de provocações verbais com os cidadãos que não eram a favor.
Uma das frases idiomáticas associada a este movimento foi a célebre máxima "Paz e Amor" (em inglês "Peace and Love") que precedeu à expressão "Ban the Bomb" , a qual criticava o uso de armas nucleares. As questões ambientais, a prática de nudismo, e a emancipação sexual eram ideias respeitadas recorrentemente por estas comunidades.

Adotavam um modo de vida comunitário, tendendo a uma espécie de socialismo-anarquista ou estilo de vida nômade e à vida em comunhão com a natureza, negavam o nacionalismo e a Guerra do Vietname, bem como todas as guerras, abraçavam aspectos de religiões como o budismo, hinduismo, e/ou as religiões das culturas nativas norte-americanas e estavam em desacordo com valores tradicionais da classe média americana e das economias capitalistas e totalitárias. Eles enxergavam o patriarcalismo, o militarismo, o poder governamental, as corporações industriais, a massificação, o capitalismo, o autoritarismo e os valores sociais tradicionais como parte de uma "instituição" única, e que não tinha legitimidade.

No Brasil, em especial na Paraíba, os hippies vivem vendendo artesanato pelas praias, sempre com o mostruário preto, cheio de colares, brincos e demais artesanatos a venda pela cidade. Conheci um hippie muito educado ontem lá na frente da lanchonete do Markão, que me chamou a atenção.

Pernambucano de origem, de família de classe média, recém ingresso na universidade no curso de filosofia, abandonou tudo e saiu em busca da felicidade. Disse que só encontraria a felicidade livre e andando pelo Brasil, conhecendo cada Estado, passando por maus bocados em busca da tal felicidade. Aos poucos ele nos contou a sua história e o quanto sofrera para chegar até ali, mesmo sabendo que, aparentemente, não era grande coisa, mas para ele era o paraíso da felicidade. Depois de quase uma hora de conversa, ele nos mostrou seu trabalho e pediu pra gente colocar preço na sua arte, bicho, é difícil demais colocar preço em arte, principalmente esse tipo de arte, se parar para analisar o trabalho e a criatividade do mesmo, pagaríamos rios de dinheiro, mas estamos sempre ligados em nossos bolsos, a nossa cultura de menosprezar o trabalho do próximo, aquela mania feia de querer diminuir todos os custos pechinchando. Ele colocou preço em uma moeda de 400 réis, em ferro retorcido formando um colar, cobrou R$ 20,00. Mas uma relíquia como aquela valeria até mais nas mãos de um historiador, mas achamos caro e pagamos R$ 15,00 em dois brincos solitários, ainda achando caro, mas pagamos pelo esforço do artista pela garra de não desistir, ali tivemos uma lição de vida, principalmente nessa época do natal. Não vamos nos prendem aos bens materiais Deus é quem fala mais alto dentro de nossos corações, independente de qualquer religião que seja, todas tem uma única coisa em comum, Deus é um ser soberano que tudo sabe.
Para finalizar usarei a modernização do dito popular que diz: Deus escreve certo por linhas tortas.

“DEUS DIGITA CERTO EM TECLADO DESCONFIGURADO”
Eu sou Alberto Pagels, seu amigo Beto, e esse foi mais um pensamento do Simbora Paraíba especial de Natal. Em 2009 ainda terão mais uns 2. Feliz Natal!
PS: Aos erros de português aquela velha tolerância, afinal, são 3 da manhã, estou lesado de sono...

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Viagem de Volta



Pessoal, minhas sinceras desculpas pelos erros de português e concordâncias no post passado, mas ainda não me adaptei muito bem ao notebook, principalmente quando ele está com Word em inglês, é luta. Teclado desconfigurado, uma guerra para encontrar os “trens”. Isso mesmo, depois de passar um tempo em Goiânia, aliás, que cidade maravilhosa, fiquei lá do dia 14 até o dia 23 de novembro, como tinha escrito o post no dia 23 de madrugada, coisa de umas 4 ou 5 da manhã, não teu tempo de colocar o que acontecera naquele dia, ainda estou falando dos trens.
Na segunda-feira um amigo irmão, que não via há tempos apareceu para me visitar, Michel é o nome dele, passamos a infância juntos na Paraíba, e depois que ele casou, voltou a morar em Goiás. Hoje, pai de 3 crianças lindas e representante comercial autônomo, Michel vai se virando como pode na cidade que escolhi como a segunda cidade no meu coração, tomou o lugar de Cabaceiras, olha aí, que moral, amor a primeira vista.
Ainda na segunda, sai para o aeroporto com o Costa, que é amigo do meu irmão, vou falar nele logo mais, no texto, então, chegando ao aeroporto fiz o check in, que demora foi aquela a GOL mais parece uma rodoviária. E por falar em rodoviária, o aeroporto de Goiânia parece muito com o Castro Pinto, mas calma, outro maior está em fase de construção, logo ao lado, quando o avião sobe, dá pra ver as obras.
Ainda no aeroporto fui esperar a hora do vôo e fiz o que? Isso mesmo meus caros amigos, o que se faz quando se espera muito em Goiânia, e não se tem um compromisso profissional depois? Bebe-se, aliás, eita chope bom, aquele cremoso da Brahma.
A duração do vôo de Goiânia para Brasília era de pouco mais de 20 minutos, mas duraram 40, porque Brasília estava sem teto, ou seja, não tinha como pousar devido-a a chuva, e que chuva. Era a segunda vez que viajava de avião e já pegara uma chuva tão terrível, com relâmpagos rasgando o céu, uma turbulência que me fez até rezar, o que tinha de gente rezando não era brincadeira. Mas o piloto mostrou porque está naquela posição, conseguiu pousar com segurança e fomos para aquela linda sala de conexão.
Eu poderia escrever um post inteiro sobre a sala de conexão, mas tentarei ser breve, não é muito minha área ser breve não, mas vamos tentar.


SALA DE CONEXÃO

Chegando lá, ainda meio desnorteado, com a mochila nas costas fui para a sala de conexão, com a promessa de que ficaria apenas 4 horas esperando meu vôo pra João Pessoa, sabem o que é ficar 4 horas sem fazer nada? Trancado numa cela gigante? Com o ar condicionado sem dar conta? Um calor, uma agonia, trancado lá, com um monte de gente que nem sabia quem era, me senti preso, de verdade, nem passear no aeroporto eu podia. Lembrei-me do filme Terminal, com Tom Hanks, aquele que ele fica preso no aeroporto. E misturei com o Naufrago, estava quase chamando minha câmera de Wilson.
Ainda se eu tivesse um notebook com Wi-fi, mas não, só tinha um MP10 pra assistir TV, em Brasília pegaram 20 canais, bom demais, mas ficar assistindo naquela TV de 2 polegadas é PESO.
Andei para um lado, para o outro, vi gente mais perdida que eu, olhando para os lados sem entender coisa alguma, só prestando atenção naquela voz de dizia: Vôo TAM Brasília – Algum Lugar embarque portão 1 ou 6. Vi pessoas entrando, saindo, entrando, saindo, eu mais parecia um porteiro de shopping. Pessoas que nunca vi e que, provavelmente, nunca mais vou ver. Crianças, jovens, adultos, falando dos mais variados assuntos: vestibular, jogo do Flamengo com o Goiás, pessoas falando em inglês, espanhol, japonês, pessoas e mais pessoas passando, indo para seus destinos e eu lá ficando.
Depois de 4 horas aquela voz que já anunciara os mais variados destinos anuncia que o meu vôo, aquele pelo qual esperara por horas, estava atrasado e demoraria mais alguns minutos, e que minutos, foram mais 55 minutos de espera, já estava doido para gritar já, sei lá, bater em alguém quem sabe, ou pelo menos, falar com alguém. Todos os meus 3 celulares sem credito, pois já os esgotara em Goiânia.
Então, depois de 4 horas e 55 minutos eis que surge aquela voz robótica: Vôo GOL VARIG Brasília – João Pessoa embarque portão 2. Um alívio para quem já esperara por horas, mas ainda tive o desprazer de esperar na fila por mais 10 minutos, até abrirem o portão.
Pensam que pronto, embarquei foi uma delicia, não amigos, já viram alguma coisa que se quer muito ser fácil?
Fiquei na poltrona da saída de emergência que tem maior espaço para as pernas, são apenas 2 poltronas, diferente do normal, que são 3. Só que para minha surpresa, outro gordo, bem maior que eu, resolveu escolher a outra poltrona. Imaginem eu, depois de sofrer o que sofri, ter que agüentar um outro titã ao meu lado até João Pessoa? Quando ele sentou, comecei a rir, não agüentei, estava com tanta raiva e cai na gargalhada. Quando a tripulação avisou que o embarque estava encerrado, corri para outra poltrona, o outro titã retirou o braço de divisão das poltronas onde estávamos e falou aliviado: Enfim só!
Depois disso foi só alegria, pelo menos, até chegar a João Pessoa. Refrigerante, com direito a repetir, biscoitinho, balinha, foi uma maravilha. Quando cheguei a João Pessoa, peguei minha mala, procurei quem tinha vindo me buscar e não encontrei ninguém. Esperei, procurei, liguei e não encontrei ninguém, veio aquela raiva, misturada com tristeza: Ouxe, me esqueceram...tô importante demais. Já ia tomando um taxi, quando resolvi ligar para Dudu, ele me disse que Painho tinha vindo me buscar e foi então que consegui encontrar, eles pensavam que tinha chegado no outro vôo que chegou pouco tempo depois do meu. Problemas do horário de verão, normal, acontece nas melhores família.

Então é isso pessoal, estou de volta a aventura foi fantástica, repito assim que der. Já estou com saudades do pessoal de lá, esse Parai-Goiano volta assim que der, mas antes preciso dar uma passadinha em Fortaleza, será mais uma aventura escrita em palavras e sentimentos de seu amigo aqui.

Eu sou Alberto Pagels e esse foi mais um momento de um paraibano pelo mundo, do seu SIMBORA PARAÍBA.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Perdido em Goiás





Pessoal, sei que não escrevo há algum tempo, mas andei sem inspiração. Estou em Goiania – Goiás desde o dia 14 de Novembro deste ano, e vi muitos motivos para apaixonar-se por Goiania. Vi pessoas tão hospitaleiras quanto os paraibanos, vi uma cidade limpa, verde, organizada, vi bares e restaurantes lotados o tempo inteiro, a qualquer hora, vi excelentes oportunidades profissionais e pessoais, vi muita coisa boa, pouca coisa ruim.
Conheci pessoas fantasticas que me ensinaram bastante, mesmo em um curto intervalo de tempo, como o Costa (Wellington), antes amigo do meu irmão, hoje meu camarada, um amigo sempre disposto a ajuda, que foi meu guia em Goiania, afinal, meu irmão é um cara extremamente ocupado, alias, ocupado até demais, não sei como ele aguenta. Enfim, o Costa mostrou a cidade, o sotaque, a cultura do Goiano, me ajudou a ir para o curso, e ainda vai me levar ao aeroporto, conheci sua família seu filho que promete ser um craque no futsal, porque aos seis anos de idade já tem estilo.
Conheci uma empresa solida, bem estruturada, séria, com profissionais capacitados, que trabalham muito e estão sempre com um sorriso estampado, simpaticos do pessoal da limpeza até a diretoria. A PC Sistemas, empresa onde conheci o Winthor, sistema de automação empresarial, que oferece uma infinidade de soluções para industrias, atacadistas e muito mais. Um programa fantastico em constante processo de adaptação as necessidades do cliente. Nesse treinamento além de aprender muito sobre o Winthor e Gestão Empresarial, conheci pessoas especiais como Péricles (Péu), um bahiano gente boa, torcedor do Mengão, que trabalha no T.I. da empresa Cabral & Souza, de Vitória da Conquista-BA; seu amigo e companheiro Kleber, paulista, mas mora e trabalha em Vitoria da Conquista na mesma empresa que o Péu; ainda na turma do Winthor, conheci a diretora financeira Daniela, boliviana de nascença, goiana no coração, profissional dedicada que nem sempre conseguia consciliar o treinamento com a empresa, mas terminou o programa com louvor; Cleiton nosso instrutor, um Mineiro perdido em Goiás, assim como tantos outros, mas demonstrando seus valores em aulas dinâmicas e ricas em conteúdo. Por ultimo, mas não menos importante, conheci Lucimar, nossa grande guia, quem nos (eu, Kleber e Péu) Goiania, pessoa a quem devemos um tanque de combustível, porque ela “rodou”conosco pela cidade inteira, inclusive em Paris, isso mesmo meus caros Paris, Aparecida de Goiania, eles também tem uma cidade francesa, assim como Bayeux (rsrsrs).
Lucimar foi um achado, pessoa extremamente simpática que nos acolheu, acredito que principalmente a mim, que estava mais perdido na cidade, conheci sua família, linda família por sinal, fomos comer pizza, uma deliciosa pizza de 5 queijos, isso mesmo, contrariando os paradigmas gastronomicos dos pizzaiolos, saí do tradicional 4 queijos, para o 5 queijos, aliás, a culinaria daqui é uma coisa de louco, mas disso fao daqui a pouco, conheci sua filha linda, Jennifer, por quem criei um carinho de sobrinha, já que Lucimar foi como uma irmã pra mim, aqui em Goiania. Fora esses que passaram mais tempo comigo conheci icones goianos que estaram marcados em minha vida como bons colegas, assim como Valdir Valente, o verdadeiro “Francisco Cuoco” de Goiás, o galã da cabeça branca, figura carismatica, divertida; Pablo, um goiano do tipo jeca, do sotaque caracteristico do goiano “pira-pora” mas com raizes italianas, se acha o Gianeccini; Gouveia, figura que mais parece um português de livros, aquele com o bigodão, um pouco calvo e voz grossa, um verdadeiro humorista de mesa de bar, aquele de sacadas rapidas. Ainda tantos outros que não poderia deixar de esquecer como Frederico e sua familia otima que me acolheu na terça-feira para uma festinha regada a Heiniken gelada e rabada, com muita, mas muita pimenta, meu Deus, o meu refluxo quase me mata depois de lá, conhecia a cidade de Trindade, vizinha de Goiania, assim como Santa Rita, só que muito parecida com Bananeiras, tirei até umas fotos da igreja.
Gastronomicamente não me adaptei tanto, mas comi algumas coisas interessantes, verdadeiras adaptações da comida que conhecia. Aqui tem Pamonha Salgada com Lingua e pimenta (Não tive coragem de experimentar), tem o tal do PIQUI “ô troço ruim” passei 3 dias para conseguir parar de sentir o gosto, e tem mais, não pode morder, se não vai parar no hospital, ele é cheio de espinhos, você só pode raspar com os dentes. Comi a Panelinha, pensem numa delicia, eu recomendo. Comi batata frita a moda, com queijo derretido por cima; Picanha à Palito, picanha fatiada em palitos com muita cebola; Filé no Catupiry, meu DEUS DO CÉU, só pode ter sido feito por ele, que coisa maravilhosa, foi a melhor coisa que comi durante essa minha passagem por goiania. As bebidas também são diferentes, tem um tal de Cozumel, que nada mais é que chopp com gelo e limão e as bordas com sal, um coquetel molotov para os hipertensos, mas uma paixão goiana. Outra coisa que o goiano come bastante é o palmito, eita povo para gostas de palmito, mas o bicho é bom mesmo. O Goiano sabe comer bem, sem falar em beber, aqui é Heiniken o tempo inteiro, quando não é Antartica Original.
A verdadeira paixão goiana é o entretenimento, aqui é a capital mundial da diversão, só essa semana que estive aqui foi show de Lulu Santos, David Guetta, os mais variados sertanejos, todo barzinho da cidade lotado, toda cerveja vendida aqui é mofada, não tomei uma cerveja quente, só “veu de noiva” e o atendimento é excepicional, não precisa-se pedir cerveja, o pessoal traz até você pedir para parar. Aqui eu vi chopp de vinho, de mel, cozumel, chopp Heiniken, tudo o que vocês imaginarem. A falta de praia é compensada com parques, cheios de arvores, lagos, macaquinhos, pistas de cooper, e tudo mais. E se precisar de mais água você procura as mais variadas cachoeiras e termicas do interior. Os shopping`s são lotados o tempo inteiro, e ainda tem as sinucas, conheci dois bares de sinuca por aqui, o Snooker Bar, em Vila Nova, bem parecido com os botecos cariocas, com 10 mesas oficiais, uns coroas dando show em jogadas de efeito e tacos de até R$ 300,00, o taco do Costa, aquele amigo que comentei lá em cima é trabalhado desmontável, com rosca de metal, numa capa de couro. Ainda conheci um bar chamado BOLA 7, foi dificil de encontrar, mas é um verdadeiro centro de diversão, de um lado tem um boliche igual ao do shopping Manaíra, em João Pessoa, do outro tem um ambiente climatizado com inumeras sinucas, no meio um barzinho com telões e muita gente bonita, e em cima uma boate, mas não sei como é lá em cima, não gosto de boate.
Esses dias choveu bastante por aqui, ainda bem, porque aqui é quente, ô trem quente essa cidade, alias, sofri com o calor aqui, é coisa de 34 graus a noite, na quinta-feira aqui chegaram aos sufocantes 40 graus a sombra, é quente e seco, e o pessoal disse que nem está tão seco assim, os baianos passaram maus bocados, correram para o hotel, ligaram o ar e se salvaram, mas sairam correndo do shopping, por passar mau devido ao calor
Essa minha mania de pegar sotaque em pouco tempo aqui foi terrivel, estou falando arrastado falando trem o tempo inteiro, eu já não procuro, eu caço; já não ligo pra tu, ligo procê; entre outras manias que nem consigo mais identificar. Outra particularidade é o transito, girador é rotula, semaforo é sinaleiro, as placas de “contra-mão”são sempre ignoradas, mas o transito não é caotico, é apressado, todo mundo é apressado aqui.
Esse tempo longe de casa é bom para observarmos o quão importantes as pessoas são para nós, passei momentos de solidão aqui, afinal, as vidas das pessoas tem que continuar, não é porque estou aqui, que o pessoal tem que me dar atenção 24 horas, e nesses momentos de solidão. É os Lavôr estão espalhados pelo mundo mesmo, eu tenho uma prima aqui em Goiania, Mônica, casada com Lucas e pais de Ravi, família linda, divertida com quem passei otimos momentos no domingo.
A memória é boa, mas nem sempre consigo lembrar de tudo, o que marcou mais está aqui, em pouco mais de 1.400 palavras expressadas em meu blog, dos paraibanos perdidos pelo mundo, daqueles que levam a bandeira da Paraíba por onde vão, e toda vez que me apresentei disse: Prazer, Alberto Pagels, mas me chama de Beto, sou um Paraibano Apaixonado perdido em Goiás.
Goiania ficará marcada, e quem sabe a próxima vez não é de vez? Quem sabe serei mais um Parai-Goiano, as oportunidades estão aí para serem aproveitadas...O futuro a Deus pertence, e com Deus eu ando sempre. Obrigado pela atenção e fiquem com Deus, o Simbora Paraíba agradece sua participação.
Sou Alberto Pagels, e aviso: Paraíba, me aguarde porque eu estou chegando!